Segundo Lucas Ribeiro, a estruturação da parceria contou com apoio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e seguiu todas as etapas previstas para esse tipo de concessão.
“Por meio de uma modelagem do BNDES, uma instituição renomada, juntamente com a Cagepa, construímos algo que solucionasse a questão para o nosso estado. Tudo foi feito com total transparência, com realização de audiências públicas, habilitação, divulgação e realização de um leilão na Bolsa de Valores”, afirmou.
Investimento previsto é de R$ 3 bilhões
Lucas Ribeiro também rebateu críticas de que a PPP representaria a privatização da Cagepa ou provocaria aumento nas tarifas de água.
“Outra falácia é em relação ao aumento da conta de água. Não haverá aumento na conta de água. A emissão da conta e o relacionamento com o cliente continuam com a Cagepa. A empresa continuará sendo pública e dos paraibanos”, declarou.
Governo cita metas do Marco Legal do Saneamento
Pela legislação, o país deverá alcançar 99% de atendimento com água potável e 90% de cobertura de coleta e tratamento de esgoto até o prazo estabelecido.
Segundo Lucas Ribeiro, a ampliação do sistema beneficiará municípios que ainda não contam com rede de esgotamento sanitário.
“Tudo que fizemos foi com a certeza de estar trabalhando para que os paraibanos tivessem esgotamento sanitário em suas casas dentro do prazo que a lei estabelece. Tivemos coragem de trabalhar para corrigir uma desigualdade histórica, e dezenas de cidades que não têm esgoto vão passar a ter o serviço, que representa desenvolvimento, saúde e cuidado com o meio ambiente”, afirmou.
