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Paraíba

Mutirão oferece exame de DNA gratuito para reconhecimento de paternidade na Paraíba; veja como participar

Publicado em 15/07/2026 às 06:00 Por Redação
Foto: Reprodução/ Instagram
Foto: Reprodução/ Instagram
Pessoas interessadas em participar do mutirão nacional de reconhecimento e investigação de paternidade “Meu Pai Tem Nome” têm até a próxima segunda-feira (20) para realizar a inscrição na Paraíba. A iniciativa oferece exame de DNA gratuito, além de serviços voltados ao reconhecimento voluntário de paternidade e ao reconhecimento de vínculos familiares socioafetivos.

Promovida pela Defensoria Pública do Estado da Paraíba (DPE-PB), a ação será realizada no dia 1º de agosto, das 8h às 12h, em João Pessoa e Campina Grande.

O objetivo do mutirão é facilitar o acesso de pessoas que buscam regularizar vínculos familiares, garantindo o direito ao reconhecimento da filiação e possibilitando a inclusão do nome do pai ou da mãe nos registros civis.

As inscrições devem ser feitas por meio de formulário eletrônico disponibilizado pela Defensoria Pública. Pessoas que tiverem dificuldades para realizar o cadastro pela internet podem procurar o Núcleo Especial de Proteção à Infância e à Juventude (Nepij) ou o Núcleo da Família, localizado no bairro Tambiá, em João Pessoa.

Quem pode participar


O mutirão é destinado a:

  • >mães que desejam buscar o reconhecimento da paternidade dos filhos;

  • >pais interessados em realizar o reconhecimento voluntário;

  • >pessoas maiores de 18 anos que desejam descobrir ou regularizar a própria paternidade.

Também podem participar casos em que o suposto pai já faleceu. Nessas situações, familiares paternos podem realizar o exame de DNA, desde que apresentem a certidão de óbito.

A Defensoria recomenda que, nesses casos, pelo menos três familiares do suposto pai compareçam para a realização do exame.

Documentos necessários


Para participar do atendimento, é necessário apresentar documentos como:

  • >certidão de nascimento do filho ou Declaração de Nascido Vivo (DNV), no caso de recém-nascidos;

  • >documentos de identificação e CPF do pai ou da mãe;

  • >comprovante de renda;

  • >comprovante de residência;

  • >demais documentos relacionados ao caso.

Os documentos podem ser apresentados em versão original ou cópia autenticada.

Reconhecimento de vínculo socioafetivo


Além dos exames de DNA, o mutirão também contempla situações de reconhecimento de paternidade ou maternidade socioafetiva, quando existe uma relação familiar baseada no vínculo de afeto.

Podem solicitar o reconhecimento pessoas maiores de 18 anos e filhos maiores de 12 anos, conforme as regras estabelecidas para esse tipo de procedimento.

Entre as exigências está a diferença mínima de 16 anos de idade entre o reconhecedor e o filho reconhecido. Irmãos e avós não podem realizar esse tipo de reconhecimento.

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